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O meu Diário

Enxerto oliveiras

 

 

Um dia diferente que quero partilhar convosco.

Juntei-me a um colega de trabalho, arregaçamos mangas e fomos enxertar oliveiras brabas com garfos de oliveira mansa.
Ou seja, transformar umas árvores que não dão fruto, em oliveiras que depois de alguns anos vão dar boas azeitonas para comer e fazer bom azeite.

Desse dia resultou algumas fotos que partilho neste link

https://www.dropbox.com/sh/2twxh8bgsdgn08p/nPocjnpB4Y

Uma boa viagem

O Natal dos hipócritas

Nesta época final de cada ano, a tradição ainda se mantém com a mesmíssima hipocrisia cristã de votos para aqui e para acolá, de sorrisos e oferendas dos 150, dos 300, dos chinócas e afins. Incorpora-se uma atitude falsária de bons costumes e lá andamos todos atarefados para mostrar neste dia que somos todos amigos e que não guardamos rancores. Tudo mentira. Tudo fantasia.

Por ventura haverá quem realmente tenha um espírito natalício todo o ano e seja solidário mesmo sem dar nada material. Por vezes basta um olhar, uma mão amiga ou um carinho. Coisas simples que pela sua simplicidade não damos valor material mas têm muito valor afectivo e bastaria somente que durante todo o ano distribuíssemos compaixão estendendo a nossa mão por onde passamos.

Para nos redimirmos dos nossos próprios pecados existe o Natal, pensando que um dia pode apagar os nossos actos e omissões perante aqueles a quem durante um ano inteiro não fomos capazes de olhar olhos nos olhos e abrir o nosso coração.

Não gosto do Natal pelo cinismo que incorpora uma mutação comportamental nas pessoas que abrem sorrisos neste dia, esquecendo que o Natal deveria ser todo o ano, sendo assertivos, solidários e mentalmente conscientes em todas as ocasiões dos restantes 364 dias. Um bom Vinte/onze.

O OURO da minha região

Apetece-me partilhar convosco a minha admiração por este fruto característico da minha região, e tão mal aproveitado. Falo em termos económicos. Pelo trabalho que dá a apanha, deveria ser mais valorizada ao produtor.

Este ano nas férias dediquei-me à apanha da alfarroba. Quem antes o fazia era a minha mãe, eu não gostava nada desta tarefa sazonal e repetitiva.

Mas mudam-se os tempos e as necessidades e lá estive eu 3 semanas dedicado à apanha das alfarrobas da família.

Achei tão engraçado que aqui reproduzo a informação que se pode consultar na Vikipédia.

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Benzeduras Antigas

 

Nestas práticas antigas das benzeduras, como cura para os mais variados males, encontramos muitos credos e crenças.

Com o passar do tempo estas práticas e rituais caseiros de cura, foram perdendo peso, embora ainda se encontre pessoas que utilizam estes feitos antigos, a quem as procura. Com o evoluir dos tempos, a medicina encontrou fórmulas mais modernas para tratar quase todos os males. Ainda assim perduram pessoas que transmitem essas práticas de geração em geração.

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